Define-se doença
inflamatória pélvica (DIP), como todo
processo inflamatório localizado acima do
istmo uterino. Na evolução da DIP
temos três fases: aguda, subaguda e crônica,
a depender da duração do quadro clínico.
A doença é
de fundamental importância, não só
pela sintomatologia apresentada mas também
pelas conseqüências a longo prazo no
aparelho reprodutor feminino: ocasiona, não
raro, a esterilidade.
Embora muitas vezes
o processo infeccioso seja generalizado, é
comum dividi-lo em salpingites, anexites, endometrites
e parametrites, conforme o órgão mais
afetado pela patologia.
A doença inflamatória
pélvica tem sintomatologia rica, sendo a
dor, cíclica ou contínua, o fator
mais importante a afetar a mulher, além de
dispareunia superficial ou profunda, dismenorréia,
leucorréia, disúria, polaciúria,
metrorragia.