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A partir de uma tradição familiar, de pai para
filho o Dr. Abrahão Galbinski, ensinou o Dr. Sérgio
Galbinski a técnica laparoscópica adquirida em 1977
na Universidade da Califórnia, Los Angeles, EUA. Naquele
ano o Dr. Abrahão adquiriu e trouxe seu primeiro equipamento
de laparoscopia para Porto Alegre. Parte deste instrumental ainda
é utilizada de forma eficaz e outra parte foi desativada
e colocada no pequeno Museu de Instrumental Cirúrgico instalado
na clínica. Em 1993, o Dr. Sérgio Galbinski, estagiou
na Universidade de Toronto, Canadá, especificamente nas
unidades que desenvolviam cirurgias videoendoscópicas.
Desde então, tem sido extremamente atuante na aplicação
e no desenvolvimento desta técnica.
O Centro de Videolaparoscopia foi desenvolvido para proporcionar este procedimento
para as pacientes, de forma ágil e competente, num relacionamento ético
com o ginecologista que indicou o procedimento. Dispondo dos mais modernos equipamentos,
já realizamos cerca de 2500 procedimentos.
A mesma rede de mais de 300 médicos também encaminhou pacientes
para realizar videolaparoscopia pelo Dr. Sérgio Galbinski. Nestes casos,
o médico recebe uma carta após a entrevista e um laudo médico
após o procedimento. Em muitas situações, o doutor faz
questão de telefonar para discutir o caso mais detalhadamente com o ginecologista.
Toda paciente é reencaminhada para seu médico por óbvias
razões éticas.
A videolaparoscopia é um procedimento videoendoscópico realizado
no abdômen da paciente por via umbilical, com necessidade de pequena incisão
cirúrgica. Utiliza-se a distensão gasosa do abdomen, permitindo
o procedimento ambulatorial e sob anestesia geral. Quando o procedimento requer
uma abordagem cirúrgica, são necessárias mais duas ou três
pequenas punções pélvicas.
O equipamento de videolaparoscopia do Dr. Sérgio Galbinski é da
tradicional fábrica alemã Karl Storz, desenvolvido especialmente
para uso ginecológico. O Dr. Sérgio Galbinski foi pioneiro em
microlaparoscopia. Neste caso, o diâmetro do equipamento é mínimo,
de 3mm, fazendo com que não seja necessária a sutura das punções.
Com estas características, o procedimento é bem menos doloroso.
Apenas alguns centros brasileiros oferecem tal tecnologia, o que comprova nossa
atualização tecnológica.
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